Um ano após o tsunami, as estradas do Japão estão refeitas e os serviços de água e luz praticamente normalizado. Mas, para os sobreviventes da tragédia, a vida nunca mais será a mesma.
Nos trabalhos de reconstrução, o Japão operou milagres. Um ano depois da tripla catástrofe que atingiu a região nordeste do país onde o chão estremeceu a força de um terremoto de magnitude 8,9 na escala Richter, um tsunami engolfou cidades inteiras em ondas de até 40 metros de altura e um dos piores acidentes nucleares do mundo dexou 23.600 hectares de terra improdutiva, para ficar só que se tem certeza - , muita coisa está inacreditavelmente de pé outra vez. Dos 559 km de estradas destruidas, apenas 15, em locais inalcançáveis, não foram recuperados. Todas as estações de telefonia voltaram a operar, com exceção das situadas em áreas adjacentes à do acidente nuclear. Também estão praticamente normalizados os serviços de fornecimento de água (98%), luz (96%) e gás (85%).
Em dezembro, o governo anunciou que finalmente havia conseguido controlar a situação na usina nuclear de Fukushima, cujos reatores derreteram no desastre, provocando um série de esplosões e vazamentos radioativos - que, sabe-se agora fizeram com que o goveno considerasse evecuar Tóquio e alcançaram um inédito nível 7 na escala Intenacional de Eventos Nucleares e Radiologícos.
